segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Oficina de arte parte 3/2 - O que é arte visual???

Ou pode ser feita apenas para apreciação, como as esculturas e pinturas.



Escultura “Davi” (1501-1504),
em mármore, de Michelangelo.


Ela também pode ser encarada como uma manifestação natural, parte do desenvolvimento humano, pois as crianças e os povos primitivos utilizam desenhos e pinturas para expressar seus sentimentos e o que apreendem do mundo a sua volta.

 
 Pintura rupestre em Traful, Argentina.


 

Oficina de arte parte 3 - O que é arte visual?

O que é arte visual?

A arte visual é o tipo de expressão artística que é captada pela visão.

Ela também é definida conforme seu meio, ou sua mídia, como o desenho, a pintura, a escultura, a arquitetura, a fotografia, o cinema e o vídeo.

Ela pode ser útil, como a cerâmica e a tecelagem.

(artesão trabalahando a argila no torno).

Oficina de arte parte 2

Através dos sons, como na música. Através dos gestos, como na dança.


Dança de uma tribo de Mali, na África.

 Ou através de todas essas manifestações ao mesmo tempo,como no teatro.
 Representação de "Le retour au désertt", de Bernard- Marie Koltes



Oficina de arte - parte 1

1. 

O que é arte?

Nós, homens, somos seres racionais.

Mas não é apenas a capacidade de raciocinar que nos diferencia dos outros animais. Somos, também, seres simbólicos, pois criamos símbolos cheios de significados para interpretar o que percebemos do mundo e de nós mesmos.

Nenhuma outra espécie é capaz de simbolizar, fantasiar, sonhar, criar, imaginar...

A arte é um tipo de produção simbólica do ser humano.


Pinturas rupestres: da Gruta da Altamira, na Espanha, com 15.000 anos de antiguidade.
Pinturas rupestres são pinturas e desenhos feitos pelo homem do Paleolíticos em cavrnas e abrigos rochosos.

Através das palavras, como na poesia.


“Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança,
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!”
"O navio negreiro", poesia de Castro Alves    

Português - É possível aprisionar as palavras???

Texto real e classes de palavras: é possível aprisionar as palavras???

Introdução

Vamos destacar aqui alguns pontos que consideramos básicos para uma reflexão mais sistemática sobre o ensino de língua materna.
É importante discutir, ainda, e principalmente, sobre o papel das classes de palavras, ou melhor dizendo, da classificação das palavras em classes, ou ainda, do valor semântico das próprias palavras quando o que queremos destacar é o texto e seu contexto. Aí, nesse caso, " lé pode começar a não bater com cré"... Quer ver?

É possível aprisionar as palavras???

 

EXEMPLO 1: Charge da Mafalda. Quadro 1: Mafalda diz: "Que bom, chegou a primavera!". Quadro 2: Mafalda vê dois velhinhos conversando: "Que bom, cheguei à primavera!". Quadro 3: Mafalda retruca: " E eu dizendo trivialidades..."

Fonte: QUINO, 1993


 Analise, no último quadrinho da charge, a reflexão de Mafalda. Essa reflexão refere-se a quê? Que modificações de sentido são introduzidas na charge, a partir da mudança verbal e da crase (lembra-se? Junção do "a" preposição com o "a" artigo, que fica assim:à) no lugar do artigo?

 Foto de placa com os seguintes dizeres - "Pousada Alto do Penedo - {H} á melhor vista da cidade - a letra "h" e o acento foram colocados por algum transeunte

  anúncio trazido de Penedo também trabalha com a modificação de sentidos, a partir da colocação de uma letra, criando outro vocábulo no texto apresentado. Como é essa utilização e qual a modificação que ela construiu?
Nos três exemplos há constituição de sentidos diferentes a partir da utilização das palavras em, aparentemente, pequenas modificações gramaticais (Mafalda), ou em acréscimo de letras que, criando outra palavra - e modificando a classes da palavra - constrói outro sentido (placa de Penedo).
Isso nos leva à pergunta que abriu esta oficina: é possível aprisionar as palavras? E acrescentamos outras:
  • As palavras se deixam aprisionar?
  • As classes de palavras são determinantes nas interpretações que realizamos em alguns textos ?

Adicione-se a estas perguntas o fato de que estamos, tão somente, refletindo sobre a relação existente entre a categorização sistemática das palavras em classes gramaticais e seu uso corrente em textos. Em outras palavras, sobre a ascendência das questões gramaticais sobre a fala e a escrita existentes no cotidiano de nossa comunicação. E se pensássemos, agora, sobre a importância do texto - e de seu contexto - na construção de sentidos quando nosso cenário é a escola, mais precisamente, a sala de aula???
Provavelmente, nossas reflexões nos encaminham a pensar sobre a conveniência do trabalho com o texto, ao invés do trabalho que vivenciamos quando alunos - as palavras soltas, fragmentadas, no máximo conectadas em orações ou períodos geralmente sem sentido para nós - e que nos fazem, até hoje, perguntar: O que é ensinar língua materna?
 Esperamos ter deixado você, professor, com muitas dúvidas acerca da natureza da língua materna; dos usos que a constituem e, principalmente, de seu ensino nos anos iniciais do ensino fundamental... Um de nossos objetivos era esse: deixar você com a "pulga atrás da orelha" em relação à sempre eterna pergunta: será que nós ensinamos, realmente, a língua materna???

Português - Elecando a literatura - parte 1

Planejamento a formação do aluno leitor-autor

Introdução

É comum ouvirmos dizer que o poeta tal - Carlos Drummond de Andrade, por exemplo - podia escrever desta ou daquela maneira porque era escritor, era autor. E quantas vezes nós nos incomodamos com essa prepotência literária? Quantas vezes pensamos: para eles, tudo; para nós, as regras gramaticais!
Leia a carta "Querida Ângela" e vamos pensar juntos. Nela, o autor escreve sempre preocupado com as questões formais da língua. Sua autoria recebe, pois, a interferência do que afirmamos acima - das regras gramaticais.
Veja, como exemplo, a passagem abaixo:
O verbo haver "embanana" a minha fala: houve reuniões ou houveram reuniões? Quando penso que sei, descubro que não sei.
(...)
Fico imaginando as crianças que estão começando a aprender: será que elas também têm dúvidas (têm, teem, ou tem?). Como será que elas resolvem as dúvidas?
Como você pode perceber, o autor tem dúvidas acerca da utilização "correta" do verbo haver; sobre o uso adequado do verbo ter, e questiona-se a esse respeito. Mas Carlos Drummond de Andrade também escreveu que
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
...E Drummond, "errou" ? Não, apenas utilizou-se de uma licença poética...


Refletir sobre a relação leitor-autor.

Pelo rumo desta nossa prosa, você já deve ter percebido que autoria é uma questão cujo debate envolve outras questões. Mas, neste momento, interessa-nos, mesmo, refletir sobre a relação leitor-autor.
Durante muito tempo, pensou-se que a autoria era totalmente individual e intransferível. Em outras palavras, quem escrevia um texto era dono desse mesmo texto e só ele - esse dono - tinha o poder de saber o que suas palavras realmente queriam dizer. Os leitores, neste caso, eram passivos, ficavam presos às palavras escritas, tentando decifrá-las, ou melhor, tentando adivinhar aquilo que seu autor queria realmente dizer...
Bem, se nós pensamos assim, como ficam as cabecinhas de nossos alunos, no momento exato de escrever, de expressarem suas ideias no papel? E no momento de ler ou interpretar o que outros escreveram?
Hoje, com o advento de teorias como a Estética da Recepção, por exemplo, percebemos que as coisas não são bem assim. Ou seja, sabemos que o leitor tem um papel importantíssimo na construção dos sentidos de um texto. E que o autor precisa contar com essa participação em sua obra porque ela, a partir do momento em que é lida, torna-se coletiva : processo conjunto - autor-leitor(es) - produto de todos aqueles que a leem.
Ora, essa releitura acerca da relação autor-leitor precisa entrar na sala de aula, você não acha?
Acreditamos que é muito importante para a criança entender os atos de ler, de escrever e - por que não? - de interpretar, como ações que fazem parte de sua rotina de estudos, mas que também são atos que devem fazer parte de seu cotidiano, independentemente do fato de ela encontrar-se - ou não - em sala de aula.

Planejar a utilização da relação leitor-autor em sala de aula, para o ensino da língua.

É nesse sentido que queremos construir uma outra prosa com você, que já percebeu a importância de seu trabalho docente há muito tempo. Se é que você ainda não trabalha assim, que tal fazer de cada um de seus alunos um leitor múltiplo, um produtor de textos? Será tão difícil assim???
Pense conosco. Se você lhe pede para escrever uma "redação", você está utilizando um chavão já conhecido e levando seu aluno a escrever um texto igual a tantos outros que ele já escreveu. Quando você lhe diz que o "tema é livre", na maioria das vezes você o deixa cheio de dúvidas: Será que o tema escolhido lhe agradará ? Esse tema é realmente "livre"?
Por outro lado, quando você lhe solicita que leia um texto em voz alta, nem sempre se lembra de perguntar-lhe se ele entendeu o que leu. Então, aquela leitura serviu para quê?
Vamos tentar algo diferente? Se consideramos que ler, interpretar e produzir textos são ações imprescindíveis para que o ser humano entenda e construa o mundo que o cerca; se vemos em cada um de nossos alunos um ser humano, um cidadão, um futuro profissional, podemos pensar em, por exemplo...
Fazer da sala de aula um espaço de encontro de múltiplas linguagens ...
Possibilitar momentos de leitura em diversas linguagens, entretecendo-as com textos orais e/ou escritos...
Trabalhar com as diversas formas de leitura , entremeando situações de análise e de síntese dessa leitura...
Criar situações de debate, de pesquisa e/ou de reflexão que possibilitem a produção de textos diversos por parte dos alunos, individualmente ou em grupos...
Enfatizar a importância do diálogo e do debate em momentos de avaliação das produções orais ou escritas, individualmente ou em grupos...
Enfim, ler o mundo e ser capaz de expressá-lo de diversas formas, sob diversas linguagens, e com autonomia de sua autoria.
Estas são algumas possibilidades que vislumbramos quando pensamos em um trabalho com a língua materna que envolva o aluno, realmente, em situações de produção; que o transforme em sujeito ativo na construção de sua identidade linguística e cultural. E, principalmente, que o auxilie a compreender o mundo em que vive a partir das palavras que emite - oralmente, ou através da escrita.
E você, professor, pode ser o elemento facilitador dessa construção.

Referências bibliográficas

ANDRADE, Carlos Drummond de. Reunião.

Verificar a importância de se perceber o aluno como um leitor e um autor de sua própria palavra.

É importante que a criança perceba, nesses atos complementares, não apenas um compromisso com uma habilidade cognitiva, mas também - e principalmente - que estabeleça uma relação tal de intimidade com a palavra oral e/ou escrita que não fique na situação descrita por Carol (na carta), com dúvidas, medos e incertezas diante de um dos mais completos meios de expressão de que dispõe: a língua materna.
Essa intimidade - proximidade precisa ser lúdica, prazerosa; ao mesmo tempo, crítica e criativa, impulsionando-a a ler, escrever e interpretar alinhavando sentidos, costurando outros sentidos ao que lê e/ou escreve. ..
Essas ações devem proporcionar-lhe momentos em que se perceba como autor de sua própria palavra e como leitor de múltiplos sentidos, o que é infinitamente gratificante, e também se constitui como um processo de construção própria, principalmente ao falarmos sobre identidade, cidadania e poder da língua.
Em outras oficinas , falamos sobre a importância de ter um outro olhar para a língua que utilizamos; de enxergá-la como instrumento de cidadania, de construção de identidade. Ora, para entendê-la assim, é preciso que tenhamos uma relação menos hierarquizada, mais próxima com nossa língua materna. E a escola pode e deve desempenhar essa função.

Planejar a utilização da relação leitor-autor em sala de aula, para o ensino da língua.

É nesse sentido que queremos construir uma outra prosa com você, que já percebeu a importância de seu trabalho docente há muito tempo. Se é que você ainda não trabalha assim, que tal fazer de cada um de seus alunos um leitor múltiplo, um produtor de textos? Será tão difícil assim???
Pense conosco. Se você lhe pede para escrever uma "redação", você está utilizando um chavão já conhecido e levando seu aluno a escrever um texto igual a tantos outros que ele já escreveu. Quando você lhe diz que o "tema é livre", na maioria das vezes você o deixa cheio de dúvidas: Será que o tema escolhido lhe agradará ? Esse tema é realmente "livre"?
Por outro lado, quando você lhe solicita que leia um texto em voz alta, nem sempre se lembra de perguntar-lhe se ele entendeu o que leu. Então, aquela leitura serviu para quê?
Vamos tentar algo diferente? Se consideramos que ler, interpretar e produzir textos são ações imprescindíveis para que o ser humano entenda e construa o mundo que o cerca; se vemos em cada um de nossos alunos um ser humano, um cidadão, um futuro profissional, podemos pensar em, por exemplo...
Fazer da sala de aula um espaço de encontro de múltiplas linguagens ...
Possibilitar momentos de leitura em diversas linguagens, entretecendo-as com textos orais e/ou escritos...
Trabalhar com as diversas formas de leitura , entremeando situações de análise e de síntese dessa leitura...
Criar situações de debate, de pesquisa e/ou de reflexão que possibilitem a produção de textos diversos por parte dos alunos, individualmente ou em grupos...
Enfatizar a importância do diálogo e do debate em momentos de avaliação das produções orais ou escritas, individualmente ou em grupos...
Enfim, ler o mundo e ser capaz de expressá-lo de diversas formas, sob diversas linguagens, e com autonomia de sua autoria.
Estas são algumas possibilidades que vislumbramos quando pensamos em um trabalho com a língua materna que envolva o aluno, realmente, em situações de produção; que o transforme em sujeito ativo na construção de sua identidade linguística e cultural. E, principalmente, que o auxilie a compreender o mundo em que vive a partir das palavras que emite - oralmente, ou através da escrita.
E você, professor, pode ser o elemento facilitador dessa construção.

Referências bibliográficas

ANDRADE, Carlos Drummond de. Reunião.

Português- Trabalho com a Linguagem ensino fundamental

Introdução

Em outras oficinas, entramos na discussão do que seja língua e ensino de língua nos anos iniciais do ensino fundamental, apresentando as relações que a língua - manifestação da linguagem verbal - possui com o poder, as ideologias, a cultura e identidade de um povo. Refletimos, também, sobre o ensino de língua, a partir do estudo das classes de palavras e das relações existentes entre sua organização e os enunciados que elaboramos, ao falar ou ao escrever. Agora, pretendemos afunilar e aprofundar essas discussões, percorrendo o espaço mesmo da própria língua, de seu uso verbal, sem deixar de lado as outras linguagens, tão importantes no nosso cotidiano e no de nossos alunos...
Conforme já vimos em outras oficinas, a língua escrita possui uma formalidade que a oralidade não detém. Em outras palavras, ao escrever, o usuário da língua utiliza construções linguísticas mais apuradas (entenda-se, afeitas à norma padrão, à norma culta...) do que quando se comunica oralmente com alguém. Por isso, não falamos como escrevemos. Veja, por exemplo:

Exemplos de mensagens oral e escrita

 Repare que as duas mensagens têm significado semelhante: uma pessoa cumprimenta a outra e pergunta sobre seus pais. No entanto, os textos diferem, na medida em que estão sendo utilizados em contextos e modalidades igualmente diferentes.

O que é texto?

Os usuários de uma língua, ao utilizarem-na oralmente ou na forma escrita, produzem textos diferentes. Perguntamos a você: afinal, o que é um texto??? Você consideraria como textos os exemplos abaixo???
Charge de Miguel Paiva

Charge de Ique





Retirantes, de Cândido Portinari



Repare que, para nós, os exemplos constituem-se como textos. O porquê? Ah, o porquê está, exatamente, na concepção que temos de comunicação, de expressão, de jogo de sentidos...
Produzir texto é constituir sentidos; estes sentidos se dão a conhecer a um leitor que pode inferir outros sentidos ao que quisemos expressar - dependendo da realidade em que vive, de seu aporte cultural, de sua visão social de mundo -, é, portanto, fácil perceber que entendemos texto em um sentido bastante amplo.
Esses sentidos se dão a conhecer, por exemplo, graficamente - através da palavra escrita; oralmente, através da palavra falada; imageticamente - através de imagens plásticas, pictóricas, fotográficas, visuais, em geral. Desta forma, olhar um outdoor e dar sentido ao todo que ele representa significa interpretar um texto.
O mesmo acontece com os nossos exemplos. Eles constituem-se como imagens e não trabalham com linguagem verbal alguma. Isto é diferente para nós, acostumados a pensar sobre o texto a partir do que está escrito - va lá! - do que se fala... mas nunca, do que "apenas" se vê...
Quanto ao exemplo 04, você vê o movimento dos dançarinos em cena. Vê, ainda, o vestuário, a pintura-maquiagem do corpo, evidenciando o mesmo tema dos exemplos anteriores - a fome, a miséria, a seca. E isto constitui-se em um texto, pois você pode "lê-lo", percebê-lo através desses signos que se mostram a você.
Nesse sentido, verificamos que temos um texto quando há constituição de sentidos, sejam eles verbais ou não verbais. Não se esqueça que a língua é a manifestação verbal da linguagem...

Como ler o trabalho dos alunos

Provavelmente, nas redações feitas por seus alunos, você encontrará vários desenhos. E se perguntará: por que fulano "perdeu tanto tempo" desenhando, ao invés de "escrever a redação" que eu pedi? Olhe com mais atenção, e veja que esses desenhos são textos que seu aluno escreveu para você, ou para ilustrar a produção que você lhe solicitou... As crianças trabalham muito com a imaginação, com outras linguagens que acabam completando o que as palavras, por vezes, não conseguiram dizer. Por isso, é tão importante trabalhar, ao mesmo tempo, com outras linguagens e a língua - uma de suas manifestações -, principalmente nas séries iniciais do ensino fundamental. Para as crianças, o "fundamental" é expressar suas ideias, sentimentos, independentemente da linguagem que utilizem... E, por vezes, é mais fácil para elas a expressão não verbal.
Da próxima vez que seu aluno utilizar esse artifício, e analise-o. Verifique se as linguagens se interpenetram, ou seja, se o imagético, o pictórico mantêm relação com o verbal, o escrito. É importante trabalhar com os mais variados textos em nossa sala de aula, pois imagens, movimento, cor, som, palavra são veículos da expressão, da elaboração de ideias, da exposição de sentimentos. E como nós, seres humanos, precisamos desses veículos - principalmente nossas crianças!!!
É claro que, nestas oficinas, privilegiamos um desses instrumentos - a palavra oral e/ou escrita - o texto verbal. Mas se as outras formas estiverem por perto, que bom... como nosso texto se torna cada vez mais rico!
 Resumo
Nesta aula, falamos sobre a amplitude do termo linguagem, que comporta manifestações humanas verbais e não verbais. A língua é manifestação da linguagem verbal.
Trabalhamos, também, com a importância da utilização das diversas linguagens em sala de aula, enfatizando a língua como manifestação da linguagem verbal.

Referências bibliográficas

Charges do Jornal do Brasil